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SABER INGLÊS ABRE PORTAS NA TECNOLOGIA 1

Como a parceria do BRASAS English Course com o Instituto Reação mudou a vida de Gustavo. 

 

Nossa história começa no início dos anos 2000, na Rocinha, a maior favela do Rio de Janeiro. Gustavo, ainda criança, adorava videogames e esportes, e dizia que não sabia bem para que lado a vida o levaria. Não imaginava que 20 anos depois, o BRASAS e o Instituto Reação – projeto de Flávio Canto, medalhista olímpico, que tem como objetivo promover o desenvolvimento humano e a integração social por meio do esporte e da educação – mudariam sua vida para sempre. 

À época, o acesso à internet era difícil e eram poucas as famílias que tinham computadores em casa. Portanto, para aprender a mexer no computador e ficar por dentro do que acontecia, Gustavo recorria às antigas LAN houses ou “casas de redes”, um estabelecimento comercial em que os usuários pagavam para usar um PC com acesso à internet (como alguém que também cresceu frequentando-as, me causa certa estranheza ter que explicar o que elas são hoje em dia… O mundo mudou rápido demais!).  

“Eu lembro que queria brincar no fliperama que tinha no final da rua, mas não sabia mexer na máquina. Aí eu ia pra LAN house, pesquisava no computador como operar uma máquina do fliperama, saía e ia pro final da rua brincar…” conta Gustavo. Já ali, surgiu o interesse pela tecnologia, interesse este que seria consolidado um pouco mais tarde.

Foi no ano de 2004 que Gustavo começou a frequentar o Instituto Reação, e revela que sempre teve vontade de aprender inglês, mas achava muito difícil. No início, Gustavo praticava judô no Instituto, pensou em arriscar uma carreira no esporte, mas “a vida de atleta é muito curta” e, quando chegou a hora de escolher uma faculdade, seu amor pela tecnologia falou mais alto e a necessidade de dominar uma segunda língua tornou-se mais presente ao iniciar o curso de Sistemas de Informação.

“Teve uma época em que eu trabalhava na Rede D’Or, e já era um funcionário sênior… Houve uma situação em que eu precisei entrar em contato com um fornecedor norte-americano e foi difícil, dava pra me virar, mas não consegui passar todas as informações necessárias,” ele compartilha com a gente. Foi apenas em 2019, aos 25 anos, graças à parceria do Instituto Reação com o BRASAS English Course, que Gustavo começou a estudar inglês para valer.

Agora, aos 28 anos, Gustavo é a primeira pessoa da família que tem a oportunidade de estudar uma nova língua, e desde que começou a estudar no BRASAS, afirma que saber inglês “abre portas na tecnologia” e que, para ele, a parte mais legal é conseguir se comunicar. “Antes eu só conseguia entender se eu lesse alguma coisa, hoje em dia eu me comunico com muito mais facilidade, e consigo entender o que falam também!”. 

Hoje, os esportes são um hobby. Gustavo já trabalha com tecnologia, e seu sonho é solidificar seu futuro na área. Para isso, o aluno de Book 6 pretende continuar estudando no BRASAS e melhorar cada vez mais sua conversação em inglês, pois agora sabe que quando precisar se comunicar com um estrangeiro novamente não passará mais nenhum perrengue. 

Como a parceria do BRASAS English Course com o Instituto Reação mudou a vida de Gustavo. 

 

Nossa história começa no início dos anos 2000, na Rocinha, a maior favela do Rio de Janeiro. Gustavo, ainda criança, adorava videogames e esportes, e dizia que não sabia bem para que lado a vida o levaria. Não imaginava que 20 anos depois, o BRASAS e o Instituto Reação – projeto de Flávio Canto, medalhista olímpico, que tem como objetivo promover o desenvolvimento humano e a integração social por meio do esporte e da educação – mudariam sua vida para sempre. 

À época, o acesso à internet era difícil e eram poucas as famílias que tinham computadores em casa. Portanto, para aprender a mexer no computador e ficar por dentro do que acontecia, Gustavo recorria às antigas LAN houses ou “casas de redes”, um estabelecimento comercial em que os usuários pagavam para usar um PC com acesso à internet (como alguém que também cresceu frequentando-as, me causa certa estranheza ter que explicar o que elas são hoje em dia… O mundo mudou rápido demais!).  

“Eu lembro que queria brincar no fliperama que tinha no final da rua, mas não sabia mexer na máquina. Aí eu ia pra LAN house, pesquisava no computador como operar uma máquina do fliperama, saía e ia pro final da rua brincar…” conta Gustavo. Já ali, surgiu o interesse pela tecnologia, interesse este que seria consolidado um pouco mais tarde.

Foi no ano de 2004 que Gustavo começou a frequentar o Instituto Reação, e revela que sempre teve vontade de aprender inglês, mas achava muito difícil. No início, Gustavo praticava judô no Instituto, pensou em arriscar uma carreira no esporte, mas “a vida de atleta é muito curta” e, quando chegou a hora de escolher uma faculdade, seu amor pela tecnologia falou mais alto e a necessidade de dominar uma segunda língua tornou-se mais presente ao iniciar o curso de Sistemas de Informação.

“Teve uma época em que eu trabalhava na Rede D’Or, e já era um funcionário sênior… Houve uma situação em que eu precisei entrar em contato com um fornecedor norte-americano e foi difícil, dava pra me virar, mas não consegui passar todas as informações necessárias,” ele compartilha com a gente. Foi apenas em 2019, aos 25 anos, graças à parceria do Instituto Reação com o BRASAS English Course, que Gustavo começou a estudar inglês para valer.

Agora, aos 28 anos, Gustavo é a primeira pessoa da família que tem a oportunidade de estudar uma nova língua, e desde que começou a estudar no BRASAS, afirma que saber inglês “abre portas na tecnologia” e que, para ele, a parte mais legal é conseguir se comunicar. “Antes eu só conseguia entender se eu lesse alguma coisa, hoje em dia eu me comunico com muito mais facilidade, e consigo entender o que falam também!”. 

Hoje, os esportes são um hobby. Gustavo já trabalha com tecnologia, e seu sonho é solidificar seu futuro na área. Para isso, o aluno de Book 6 pretende continuar estudando no BRASAS e melhorar cada vez mais sua conversação em inglês, pois agora sabe que quando precisar se comunicar com um estrangeiro novamente não passará mais nenhum perrengue. 

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